Apesar da sua péssima performance no Rock in Rio e mau exemplo que deu a todos os jovens que ansiavam vê-la, a Srª Amy tem uma excelente voz, pena não saber aproveitar o que de bom há nesta vida!
E mais...como é possível os organizadores deste grande evento autorizarem que esta cantora actuasse completamente "possessa" de álcool e drogas!
What a shame!
Amy Winehouse - Love is a losing game
quarta-feira, 4 de junho de 2008
A cada instante...

A cada ohar, uma mudança;
A cada momento, uma palavra;
A cada instante uma insatisfação;
A cada dia uma perda.
É tão fácil falar e/ou escrever da inquietude que nos vai na alma que nos esquecemos quase sempre daqueles momentos em que fomos felizes e/ou fizemos alguém feliz.
A felicidade nunca disse que era fácil de ser encontrada. Nunca disse que quando fosse encontrada seria fácil de se lidar. Nunca disse que seria para sempre, pois nada é eterno!
O que se sabe dela é que é boa enquanto dura, mas o que ela também não disse é que ficamos sempre dependentes dela!
A cada momento, uma palavra;
A cada instante uma insatisfação;
A cada dia uma perda.
É tão fácil falar e/ou escrever da inquietude que nos vai na alma que nos esquecemos quase sempre daqueles momentos em que fomos felizes e/ou fizemos alguém feliz.
A felicidade nunca disse que era fácil de ser encontrada. Nunca disse que quando fosse encontrada seria fácil de se lidar. Nunca disse que seria para sempre, pois nada é eterno!
O que se sabe dela é que é boa enquanto dura, mas o que ela também não disse é que ficamos sempre dependentes dela!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Madalena

Madalena é seu nome, seu nome verdadeiro.
Não o usa porque acha que é demasiado íntimo para o fazer.
Madalena é prostituta. Vende o seu corpo desde a puberdade. Enveredou por esta vida por opção. Gosta do que faz!
Seu pai era um homem rude, nada instruído. Mal sabia escrever o seu primeiro nome. Tinha muitos vícios e trabalhar não era com ele. Adorava passar os dias no bar de alterne mesmo ao lado da sua casa. Dava tudo para por uma geladinha e por uma rapidinha com uma das meninas que lá moravam.
Madalena era a mais nova de cinco irmãs. Era muito sonhadora, talvez porque perdera a mãe muito cedo. As irmãs mais velhas trabalhavam para ajudar no sustento da casa e Madalena ficava muitas vezes sozinha.
Como era muito bonita e engraçada, as “meninas” do bordel chamavam-na e deixavam-na estar ali com elas durante as limpezas e a preparação do salão para mais uma noite.
Como é do conhecimento de todos, as mulheres da América do Sul são “muito calientes” e estas que trabalhavam neste bordel não eram excepção. Passavam as manhãs a limpar e a arrumar os seus quartos.
Durante estas lides, grande parte das “meninas” gostavam de usar roupas extremamente reduzidas, outras só usavam lingerie.
Gostavam de provocar, de mostrar, de competir umas com as outras as curvas dos seus corpos.
Cada uma delas tinha o seu quarto. Todos os quartos eram grandes. Todos eles tinham uma enorme janela com cortinados compridos arrastando pelo chão de um rosa transparente.
Lá ao canto estava uma grafonola onde aquela música cubana teimava em não sair daquelas paredes.
Era nestes quartos que os homens eram seduzidos e onde o sexo deixava de ter qualquer tipo de pudor e/ou preconceito.
Durante a sua infância e parte da adolescência, Madalena conviveu com estas mulheres presenciando variadíssimas situações. Talvez por isso tenha tido, desde sempre, a curiosidade e até a vontade em experimentar este tipo de vida.
Madalena, agora mulher na casa dos trinta, não se arrepende do que faz. Gosta de provocar e ser provocada. Gosta de sexo e de homens. Não sabe e nem quer viver de outra forma. Tudo naquela casa e nesta sua vida a fascina .
O seu quarto é semelhante aos que viu naquela mesma casa há alguns anos atrás quando era ainda uma criança inocente. Não o alterou em nada, apenas colocou um cadeirão vermelho aveludado onde se senta de vez em quando para reflectir nesta sua vida fácil, mas sedutora.
Todos os homens gostam dela e ela sabe que é a predilecta deles.
Dona de um corpo escultural e de uma personalidade vincada faz de tudo para conseguir ser feliz. Deixa que a alegria do pecado tome conta dela.
Não o usa porque acha que é demasiado íntimo para o fazer.
Madalena é prostituta. Vende o seu corpo desde a puberdade. Enveredou por esta vida por opção. Gosta do que faz!
Seu pai era um homem rude, nada instruído. Mal sabia escrever o seu primeiro nome. Tinha muitos vícios e trabalhar não era com ele. Adorava passar os dias no bar de alterne mesmo ao lado da sua casa. Dava tudo para por uma geladinha e por uma rapidinha com uma das meninas que lá moravam.
Madalena era a mais nova de cinco irmãs. Era muito sonhadora, talvez porque perdera a mãe muito cedo. As irmãs mais velhas trabalhavam para ajudar no sustento da casa e Madalena ficava muitas vezes sozinha.
Como era muito bonita e engraçada, as “meninas” do bordel chamavam-na e deixavam-na estar ali com elas durante as limpezas e a preparação do salão para mais uma noite.
Como é do conhecimento de todos, as mulheres da América do Sul são “muito calientes” e estas que trabalhavam neste bordel não eram excepção. Passavam as manhãs a limpar e a arrumar os seus quartos.
Durante estas lides, grande parte das “meninas” gostavam de usar roupas extremamente reduzidas, outras só usavam lingerie.
Gostavam de provocar, de mostrar, de competir umas com as outras as curvas dos seus corpos.
Cada uma delas tinha o seu quarto. Todos os quartos eram grandes. Todos eles tinham uma enorme janela com cortinados compridos arrastando pelo chão de um rosa transparente.
Lá ao canto estava uma grafonola onde aquela música cubana teimava em não sair daquelas paredes.
Era nestes quartos que os homens eram seduzidos e onde o sexo deixava de ter qualquer tipo de pudor e/ou preconceito.
Durante a sua infância e parte da adolescência, Madalena conviveu com estas mulheres presenciando variadíssimas situações. Talvez por isso tenha tido, desde sempre, a curiosidade e até a vontade em experimentar este tipo de vida.
Madalena, agora mulher na casa dos trinta, não se arrepende do que faz. Gosta de provocar e ser provocada. Gosta de sexo e de homens. Não sabe e nem quer viver de outra forma. Tudo naquela casa e nesta sua vida a fascina .
O seu quarto é semelhante aos que viu naquela mesma casa há alguns anos atrás quando era ainda uma criança inocente. Não o alterou em nada, apenas colocou um cadeirão vermelho aveludado onde se senta de vez em quando para reflectir nesta sua vida fácil, mas sedutora.
Todos os homens gostam dela e ela sabe que é a predilecta deles.
Dona de um corpo escultural e de uma personalidade vincada faz de tudo para conseguir ser feliz. Deixa que a alegria do pecado tome conta dela.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Quando a gente gosta é claro que a gente cuida!
Não deixem de cuidar do que mais gostam!
Se algo ou alguém nos dá prazer e alegria nada como aproveitar e cuidar para que o sentimento e a atenção sejam recíprocos.
Se algo ou alguém nos dá prazer e alegria nada como aproveitar e cuidar para que o sentimento e a atenção sejam recíprocos.
See you in heaven...

Despregada da vida deixa de raciocinar logicamente.
Tudo deixou de ter sentido. Embrenha-se na escuridão procurando estar sozinha consigo mesma.
Desacreditada da vida não quer viver a mesma.
Toma a “fácil” decisão de querer deixar de viver. A vida é sua e dela ninguém depende, só ela própria.
Recorda, pela última vez, alguns momentos da sua vida. Fuma o seu último cigarro segregando todas as partículas nele existente como das suas lembranças se tratassem.
Não chora porque deseja que a sua vida, que até então foi um tormento, acabe. Sente que tem que acabar porque está cansada de ser infeliz.
Dirige-se para o quarto. Divisão pequena, aquele quarto, e nada acolhedor por sinal.
Deita-se na sua cama alta e desconfortável. Pega naquele frasco cheio de comprimidos, coloca-os na boca e... fecha os olhos.
Sente agora uma paz inabalável. Pressente que os seus tormentos e aflições deixarão de existir, deixarão de perturbá-la.
Tem no pensamento que agora será feliz!
Que paz é esta pela qual esperamos e desejamos?
Que vontade é esta de querer partir sem conseguir encontrar a felicidade?
Nunca ninguém disse que a vida só oferecia coisas boas. A vida é uma luta constante onde os mais fracos cedem.
Tudo deixou de ter sentido. Embrenha-se na escuridão procurando estar sozinha consigo mesma.
Desacreditada da vida não quer viver a mesma.
Toma a “fácil” decisão de querer deixar de viver. A vida é sua e dela ninguém depende, só ela própria.
Recorda, pela última vez, alguns momentos da sua vida. Fuma o seu último cigarro segregando todas as partículas nele existente como das suas lembranças se tratassem.
Não chora porque deseja que a sua vida, que até então foi um tormento, acabe. Sente que tem que acabar porque está cansada de ser infeliz.
Dirige-se para o quarto. Divisão pequena, aquele quarto, e nada acolhedor por sinal.
Deita-se na sua cama alta e desconfortável. Pega naquele frasco cheio de comprimidos, coloca-os na boca e... fecha os olhos.
Sente agora uma paz inabalável. Pressente que os seus tormentos e aflições deixarão de existir, deixarão de perturbá-la.
Tem no pensamento que agora será feliz!
Que paz é esta pela qual esperamos e desejamos?
Que vontade é esta de querer partir sem conseguir encontrar a felicidade?
Nunca ninguém disse que a vida só oferecia coisas boas. A vida é uma luta constante onde os mais fracos cedem.
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