quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Anseio...
Enganos e desenganos,
Olhar frio e distante,
Perdido pelo espaço que a rodeia.
Pensamentos traiçoeiros e esquivos,
Vontade de querer que nos leva à profunda tristeza.
Estado de alma inquieto, consternado,
Perpetuado no tempo sem conseguir ser abençoado.
Tropeçando pelas pedras da calçada da vida,
Anseio o aconchego.
Anseio o término da aflição e da angústia.
Anseio...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Lua...lua...

Força invisível, mas sentida.
Com o seu ar misterioso, irradia feitiço.
Transfigura caras e corações.
Espelha com toda a sua precisão, a vontade de cada um de nós.
Deliberadamente oferece o que de mais forte possui: o poder de sedução.
Ilumina os caminhos para quem quer segui-los, deixando para trás os indecisos.
Toca-nos fazendo-nos sentir únicos e verdadeiros.
Sem qualquer tipo de julgamento e não impondo qualquer limite deixa-nos sonhar.
Priva-nos de sermos banais e melancólicos.
Previne-nos do que desejamos ser!
Com o seu ar misterioso, irradia feitiço.
Transfigura caras e corações.
Espelha com toda a sua precisão, a vontade de cada um de nós.
Deliberadamente oferece o que de mais forte possui: o poder de sedução.
Ilumina os caminhos para quem quer segui-los, deixando para trás os indecisos.
Toca-nos fazendo-nos sentir únicos e verdadeiros.
Sem qualquer tipo de julgamento e não impondo qualquer limite deixa-nos sonhar.
Priva-nos de sermos banais e melancólicos.
Previne-nos do que desejamos ser!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
It´s cold, very cold...

Está frio .
Muito frio lá fora.
Da janela do meu quarto vejo o manto branco instalando-se sem pedir permissão.
O barulho que cerca esta cidade é ensurdecedor.
Nada pára, tudo se apressa.
Ninguém consegue olhar o outro nos olhos.
Todos se atropelam.
Não há tempo a perder.
Vive-se num cansaço exaustivo.
Convive-se com a solidão como se fosse uma excelente companhia, mas há o desejo de a expulsar das suas vidas.
À noite, junto ao calor da lareira, com um copo de uísque na mão, espera-se poder aquecer o estado de espírito porque a alma está inconsolável.
Na despedida chora-se tendo na lembrança que as lágrimas derramadas tragam, brevemente, a esperança de voltarem a encontrar-se.
Tempo que aviva as memórias e afoga as lembranças.
Sufocados, passam todo o seu tempo à espera, à espera de uma segunda chance.
Muito frio lá fora.
Da janela do meu quarto vejo o manto branco instalando-se sem pedir permissão.
O barulho que cerca esta cidade é ensurdecedor.
Nada pára, tudo se apressa.
Ninguém consegue olhar o outro nos olhos.
Todos se atropelam.
Não há tempo a perder.
Vive-se num cansaço exaustivo.
Convive-se com a solidão como se fosse uma excelente companhia, mas há o desejo de a expulsar das suas vidas.
À noite, junto ao calor da lareira, com um copo de uísque na mão, espera-se poder aquecer o estado de espírito porque a alma está inconsolável.
Na despedida chora-se tendo na lembrança que as lágrimas derramadas tragam, brevemente, a esperança de voltarem a encontrar-se.
Tempo que aviva as memórias e afoga as lembranças.
Sufocados, passam todo o seu tempo à espera, à espera de uma segunda chance.
O Segredo...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Eu...e...Tu

Quero viver este amor
Amor que me consome sem pedir permissão
Não quero pensar, apenas deixar-me levar nesta hipotética felicidade.
Amor que quase me asfixia
Bate a saudade da presença sempre que estás ausente
O calor do teu corpo, o toque das tuas mãos, o cheiro da tua pele, os teus lábios húmidos, sempre esperando mais de mim
Lanças aquele olhar profundo, penetrante na ânsia de invadir os mais pequenos recantos da minha alma
O cintilar dos teus olhos enfeitiçam-me
O teu cheiro invade a minha vida
É um segregar de paixão intensa, quase louca
Não há limites nem barreiras
Há um querer de nunca te perder
Sinto as minhas mãos trémulas só de saber que te posso tocar, de te sentir, que te posso ter.
Amor que me consome sem pedir permissão
Não quero pensar, apenas deixar-me levar nesta hipotética felicidade.
Amor que quase me asfixia
Bate a saudade da presença sempre que estás ausente
O calor do teu corpo, o toque das tuas mãos, o cheiro da tua pele, os teus lábios húmidos, sempre esperando mais de mim
Lanças aquele olhar profundo, penetrante na ânsia de invadir os mais pequenos recantos da minha alma
O cintilar dos teus olhos enfeitiçam-me
O teu cheiro invade a minha vida
É um segregar de paixão intensa, quase louca
Não há limites nem barreiras
Há um querer de nunca te perder
Sinto as minhas mãos trémulas só de saber que te posso tocar, de te sentir, que te posso ter.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Você é linda...
Por muito que custe a aceitar, hoje em dia quase que não há tempo para expressar os nosssos sentimentos.
Não há tempo para uma carícia, breve que seja, para um miminho ou proferir uma palavra bonita!
Dedico esta música, cantada pelo meu querido amigo Caetano Veloso, a mim!
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